• IPASP APOIA O OUTUBRO ROSA

O Ipasp (Instituto de Previdência e Assistência Social dos Funcionários Municipais de Piracicaba) também apoia à campanha “Outubro Rosa”. Trata-se de uma movimentação realizada durante todo o mês que envolve diversos setores da sociedade em prol da luta contra o Câncer de Mama e na promoção da saúde da mulher.

“Na página principal do nosso site, inserimos um laço rosa no logotipo do Instituto. Trata-se de um gesto simbólico, porém, que representa nosso apoio a essa importante campanha”, destaca o presidente do Instituto, Antônio Carlos Gonçalves Alves, o Kaká.

“Trata-se de um período onde a questão do câncer feminino é debatida pela sociedade, como alerta e conscientização. Por isso, a importância da prevenção e do autoexame periódico”, ressalta Kaká.

Por isso, aposentadas, pensionistas e mulheres em geral: faça exames regularmente, cuide de você e das mulheres à sua volta. Todas no combate e na prevenção ao câncer de mama.

OUTUBRO ROSA

A campanha é realizada ao redor do mundo desde a década de 90. O movimento teve início quando a “Fundação Susan G. Komen for the Cure” lançou o laço na cor rosa e distribuiu aos participantes da primeira Corrida pela Cura realizada em Nova York (EUA). O laço representa a luta contra o câncer e até hoje é utilizado como símbolo nas campanhas.

Esse movimento serve para estimular a participação popular no controle do câncer de mama e compartilhar informações sobre a doença, além de promover a conscientização com o objetivo de melhorar o acesso aos serviços de diagnóstico e de tratamento.

O que é o Câncer de Mama?

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o Câncer de mama é uma doença causada pela multiplicação de células anormais da mama formando um tumor. Existem tipos diferentes da doença tendo velocidades variadas de desenvolvimento.

A doença é o segundo câncer mais comum entre as mulheres, perdendo, apenas, para o câncer de pele. No Brasil estimam-se 59.700 casos novos de câncer de mama nos anos de 2018 e 2019. Em 2015 ocorreram 15.403 óbitos pela doença no país. Em Piracicaba o número absoluto de óbitos de mulheres no período de 2015 a 2018 foi: 181 casos relacionados à neoplasia de mama: e 29, à neoplasia de colo de útero.

Apesar do cenário preocupante, o câncer de mama tem grandes chances de cura se descoberto precocemente. Além disso, há ações e fatores que podem auxiliar na prevenção.

Autoconhecimento é importante

Apesar de a campanha ser realizada há mais de 20 anos, ainda há bastante informação que precisa chegar ao público, reforçando e fortalecendo as recomendações do Ministério da Saúde para o rastreamento e o diagnóstico precoce do câncer de mama, desmistificando conceitos em relação à doença.

O método indicado para a descoberta ainda é a mamografia (a partir dos 50 anos) e o autoconhecimento ao longo da vida.

A mamografia é um exame que auxilia no diagnóstico precoce e no rastreio do câncer. É importante dizer que esse exame não previne a doença. A prevenção do câncer de mama está relacionada à prevenção de fatores de risco que aumentam a chance de ter a doença.

Fatores de Risco

De acordo com o INCA, a idade é um dos mais importantes fatores de risco para a doença (cerca de quatro em cada cinco casos ocorrem após os 50 anos), mas não é o único. Obesidade e sobrepeso após a menopausa, o sedentarismo, o consumo de bebida alcoólica e a exposição frequente a radiações ionizantes, são alguns fatores e que estão relacionados diretamente aos hábitos de vida. O último fator inclui, também, a própria mamografia, quando indicada para as mulheres sem sinais, sintomas e sem história da doença anualmente, como ocorre em alguns casos.

Há, ainda, alguns fatores que não envolvem questões comportamentais, como os fatores da história reprodutiva e hormonal, além dos genéticos e hereditários. Primeira menstruação antes dos 12 anos, não ter amamentado, primeira gravidez após os 30 anos e uso de contraceptivos hormonais são alguns dos fatores da história reprodutiva e hormonal. Quanto aos genéticos e hereditários, alguns apontados são os casos de câncer de mama e de ovário na família e alterações genéticas.

É importante ressaltar que se a mulher tiver mais de um desses fatores não significa, necessariamente, que terá a doença. Além disso, algumas evidências científicas sustentam que cerca de 30% dos casos de câncer de mama podem ser evitados com a mudança de hábitos diários saudáveis.

Prevenção

Hábitos de vida saudáveis são as maiores indicações quando o assunto é prevenção. A prática de exercícios regulares, alimentar-se adequadamente e manter o peso dentro do que é indicado pelos profissionais de saúde são algumas das formas de se prevenir. Além disso a amamentação é considerada fator de proteção e, por isso, pode ajudar a prevenir a doença.

Estudos relacionam que alguns alimentos podem aumentam o risco da doença ao longo dos anos como carnes vermelhas, principalmente processadas, excesso de gordura na dieta e consumo excessivo de álcool, por exemplo.

Dietas com maior volume de vegetais e especialmente de frutas, consumo de alimentos rico em fibras e a escolha de melhores fontes de carboidratos com baixo índice glicêmico sugerem proteção e prevenção para o desenvolvimento deste tipo de câncer.

Tratamento

O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece, além da mamografia, todo o tratamento do câncer de forma gratuita.

CUIDE-SE E PREVINA-SE

 


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